20/02/2019 Marcos Arthur

Existo, logo aprendo – Parte 4: Aprendizagem informal

Como aquecimento para nossa participação no SXSW EDU 2019, vamos compartilhar ao longo dos próximos dias alguns dos aprendizados da edição passada.

Nessa série, Marcos Arthur fala sobre as várias vertentes da aprendizagem. Se quiser, veja antes:

Parte 1 – Existo, logo aprendo

Parte 2 – Aprendizagem baseada em…

Parte 3 – Omni disciplina


A aprendizagem informal também pode ser entendida como centrada no indivíduo, uma vez que acontece no dia a dia e está totalmente relacionada às necessidades e/ou aos interesses do aprendiz. Por isso, ela também é capaz de gerar maior engajamento e apropriação do processo por parte daquele que aprende. Além disso, a aprendizagem informal muitas vezes estimula o processo formal, levando o aprendiz a se aprofundar sobre um determinado tema (por exemplo, quando uma criança lê uma palavra desconhecida e pergunta para o professor seu significado ou quando um cozinheiro ocasional decide fazer um curso de gastronomia).

Um exemplo de aprendizagem informal que envolve elementos formais são os Teach-outs (“ensino para fora”, em tradução livre) criados pela Universidade de Michigan. A proposta é endereçar problemas sociais por meio do envolvimento de vários agentes da comunidade, utilizando o conhecimento produzido pela academia.

A aprendizagem informal ganhou ainda mais potencial na chamada era digital, com o aumento dos tutoriais disponíveis na internet, ferramentas como o YouTube e a proliferação de conteúdos livres em que qualquer um pode ensinar ou aprender algo.

Veja também:

Parte 5 – Upskilling

Parte 6 – Lifelong Learning

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